CIEE/PR e Instituto Lico Kaesemodel assinam parceria para capacitação e inclusão de jovens especiais no mundo do trabalho

O Centro de Integração Escola-Empresa (CIEE/PR) e o Instituto Lico Kaesemodel assinaram na última terça-feira (24/09) convênio de cooperação, que visa integrar pessoas portadoras da Síndrome do X-Frágil no mundo do trabalho.

A assinatura do convênio teve a participação da Associação Comercial do Paraná, que cedeu suas instalações para o evento e atuou com intermediária para o acordo. O presidente do Conselho, Orlando Kaesemodel Filho; Sabrina Muggiati, idealizadora do projeto e Luz María Romero, gestora, representaram o Instituto Lico Kaesemodel e o CIEE/PR, representado pelo presidente, Domingos Murta Ramalho e seus vice-presidentes, Antoninho Caron e José Eduardo Moraes Sarmento.

 

A partir da esquerda: Rodrigo Camargo, coordenador do Conselho de Saúde da ACP; Orlando Kaesemodel Filho, presidente do Conselho do Instituto Lico Kaesemodel; Glaucio Geara, presidente da ACP; Domingos Murta e José Eduardo Moraes Sarmento, presidente e vice-presidente do CIEE/PR.

 

Domingos Murta destacou a importância da parceria com o Instituto e o papel social que o CIEE/PR vem desempenhando na sociedade paranaense, na promoção e inclusão de pessoas em situação de vulnerabilidade social, bem como aqueles que possuem alguma deficiência e por muitas vezes não conseguem acesso às oportunidades: “O CIEE se coloca à disposição para auxiliar na capacitação dos jovens do Instituto para que possam ingressar no mercado de trabalho.”

O Instituto Lico Kaesemodel é uma entidade sem fins lucrativos que tem por objetivo promover ações beneficentes relacionadas à assistência social, saúde, educação e meio ambiente, que atende pessoas que sejam portadoras da Síndrome do X-Frágil.
A Síndrome do X Frágil é uma condição genética que causa debilidades intelectuais, problemas de aprendizado e de comportamento, além de diversas características físicas peculiares. Ainda que ocorra em ambos os gêneros, afeta mais frequentemente os meninos e geralmente com grande severidade. Estima-se que a incidência da síndrome ocorra em 1 em cada 4.000 nascimentos masculinos e em 1 em 8.000 meninas.



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